A grande controvérsia do momento na imprensa americana diz respeito a ousada sessão de fotos do elenco do programa de TV “Glee” para a revista GQ.
E como não poderia deixar de ser, Britney é envolta a polêmica. Não por seu aclamado episódio-tributo no seriado e sim pela sessão de fotos realizada em 1999 para a revista Rolling Stone, onde aos 17 anos, Britney causou comoção por representar o que eles definiram como ”Uma mistura perturbadora de inocência infantil e sensualidade adulta”.
CNN – Uma jovem atriz interpreta uma adorável criança que a América adora. Fãs colecionam artigos sobre ela e a imprensa não consegue se cansar daquela linda garota. Mas com o tempo ela se torna uma adolescente e aparece em cena com um homem duas vezes mais velho em uma relação amorosa que deixa o público desconfortável.
Lindsay Lohan? Não.
Elizabeth Taylor fez primeiro nos anos 40.
Seja as estrelas de “Glee” posando provocativamente para a GQ ou a protagonista de “Gossip Girl” Taylor Momsen mostrando os seios durante apresentação com a sua banda de Rock, jovens artistas sempre tentaram se libertar da imagem pueril que carregam com resultados e atitudes muitas das vezes chocante.
Isso é um processo de transição antigo em Hollywood. Quando a atriz Elizabeth Taylor despontou para a fama em 1944, como uma ingênua garotinha de 12 anos de idade no filme “National Velvet”, o público se encantou.
Esse mesmo público não foi tão amável quando Taylor aos 17 anos interpretou o papel de uma mulher cujo marido se torna um simpatizante do comunismo no filme “Conspirator”. Os fãs tiveram dificuldade em ver a estrela como uma adulta e alguns especularam que o desejo de Taylor em ser vista de uma forma mais madura foi o real motivo de aos 18 anos ela ter se casado com o empresário Conrad Hilton Jr.
Nos dias de hoje, as estrelas jovens tiram a roupa (como Britney Spears para a capa da Rolling Stone em 1999), fazem movimentos dignos de uma stripper (como Miley Cyrus no Teen Choice Awards) ou simplesmente afastam todas as memórias deles como alguém adorável(como Lindsay Lohan) através de atos imaturos e inadequados.
O bem-sucedido programa da Fox é retratado em uma escola fictícia onde os atores Lea Michele, Dianna Agron e Cory Monteith aparecem como adolescentes. Agron, que interpreta a líder de torcida que teve um bebê e doou para adoção, se desculpou pelas fotos em seu blog oficial.
Patrick Wennis, especialista em comportamento humano e responsável por um site sobre celebridades, diz que a controvérsia em torno das fotos só demonstram a “Obsessão da América por garotinhas”.
E como não poderia deixar de ser, Britney é envolta a polêmica. Não por seu aclamado episódio-tributo no seriado e sim pela sessão de fotos realizada em 1999 para a revista Rolling Stone, onde aos 17 anos, Britney causou comoção por representar o que eles definiram como ”Uma mistura perturbadora de inocência infantil e sensualidade adulta”.
Confira o artigo da CNN sobre o assunto!
Lindsay Lohan? Não.
Elizabeth Taylor fez primeiro nos anos 40.
Seja as estrelas de “Glee” posando provocativamente para a GQ ou a protagonista de “Gossip Girl” Taylor Momsen mostrando os seios durante apresentação com a sua banda de Rock, jovens artistas sempre tentaram se libertar da imagem pueril que carregam com resultados e atitudes muitas das vezes chocante.
Isso é um processo de transição antigo em Hollywood. Quando a atriz Elizabeth Taylor despontou para a fama em 1944, como uma ingênua garotinha de 12 anos de idade no filme “National Velvet”, o público se encantou.
Esse mesmo público não foi tão amável quando Taylor aos 17 anos interpretou o papel de uma mulher cujo marido se torna um simpatizante do comunismo no filme “Conspirator”. Os fãs tiveram dificuldade em ver a estrela como uma adulta e alguns especularam que o desejo de Taylor em ser vista de uma forma mais madura foi o real motivo de aos 18 anos ela ter se casado com o empresário Conrad Hilton Jr.
Nos dias de hoje, as estrelas jovens tiram a roupa (como Britney Spears para a capa da Rolling Stone em 1999), fazem movimentos dignos de uma stripper (como Miley Cyrus no Teen Choice Awards) ou simplesmente afastam todas as memórias deles como alguém adorável(como Lindsay Lohan) através de atos imaturos e inadequados.
“Eu acho que existe um certo processo onde as garotas pensam ”Eu tenho determinada idade, então eu tenho que ser sexy”, diz Mary Elizabeth Williams, crítica de Cultura Pop. “Mas ser sexy não significa crescer e crescer não significa ser sexy”.
A polêmica do momento gira em torno do elenco de Glee, já que o Parents Television Council acusam os produtores de sensualizarem os personagens para a sessão de fotos que está na edição de novembro da revista GQ e incentivarem a pedofilia. O bem-sucedido programa da Fox é retratado em uma escola fictícia onde os atores Lea Michele, Dianna Agron e Cory Monteith aparecem como adolescentes. Agron, que interpreta a líder de torcida que teve um bebê e doou para adoção, se desculpou pelas fotos em seu blog oficial.
“Em uma terra onde Madonna, Britney e outras figuras públicas e programas foram desafiadores com o nível de conforto de seus fãs e telespectadores…Nós não fomos os primeiros. Agora, se esse tipo de imagens evocam algum tipo de desconforto, eu peço desculpas.”
Dianna ainda comentou que o ensaio não era direcionado para o público infantil. “Se uma criança de oito anos de idade tiver uma cópia da publicação em suas mãos, novamente eu peço desculpas. Mas devo perguntar: como ela conseguiu isso? Eu entendo que as atuais tecnologias permitem que as crianças com um clique possam acessar um material adulto na internet. Mas há maneiras de os pais bloquearem isso”.
Até a atriz Jane Lynch, que interpreta a treinadora Sue Silvester em Glee, entrou na controvérsia. “As fotos são bem ousadas”, disse Lynch em entrevista para o programa Extra. “Eu acho que quando se põe uma mulher incrivelmente bem em uma lingirie, isso faz com que muitas garotas e mulheres se sintam mal com elas mesmas. Tudo se trata de consciência.”
Maureen Ryan, critica de TV da AOL, diz que apesar de Glee ter uma fanbase jovem muito forte, o programa é controverso e tem insinuações sexuais mostrados em cenas e diálogos e salienta que não há nada de errado nisso. “Os atores claramente não querem ficar com o estigma de estudantes do colegial para o resto de suas carreiras. Eles querem papéis em flmes e serem vistos como atores sérios e versáteis”.
O detalhe que talvez passou despercebido pelo Parents Television Council é que as fotos trazem duas atrizes de 24 anos e um ator de 28 anos, ao contrário do que aconteceu em abril de 1999, quando Britney Spears com apenas 17 anos de idade, causou comoção na capa da revista Rolling Stone e não apenas pelas fotos serem mais ousadas do que as de Glee, mas por trazer uma garota que era realmente uma adolescente e não alguém que interpretava uma na TV. “Britney Spears provocou a obsessão dos homens com as colegiais no vídeo de “Baby One More Time” e com linhas em músicas onde dizia que “não era tão inocente”. Então, enquanto houver criticas que acreditam que essas ações sexualizam a infância, a mídia promoverá o ideal de que quanto mais jovem for a mulher, mais atraente ela será”, conclui.
Para os que não lembram, as fotos de Britney para a Rolling Stone em 1999 causaram críticas e tentativas de boicote por parte de diversas Organizações de Defesa a Família Americana. No entanto, o tiro saiu pela culatra já que toda a controvérsia envolvendo Britney e suas fotos sensuais fizeram dessa edição uma das mais vendidas e memoráveis da revista e a então iniciante Britney uma das figuras mais populares e controversas da Cultura Pop.
Créditos: Britney.com.br
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